Errar é "umano" humano?
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Quando se fala que errar é humano, eu diria mais. Errar é aprender.
Aprender de alguma forma o que não se deve mais fazer. Como assim? Como
professor de Química, gosto mais quando uma experiência, apresentada
pelos alunos, dá errado do que da forma em que se espera. Quando existe
um erro, existe também questionamentos. Por que isso deu errado? O que
faltou? Há um levantamento de hipóteses a serem testadas. Do contrário
só estaremos reproduzindo o que está na literatura.
Felizmente, com o avanço tecnológico, o errar vem se tornando cada vez mais aceito. Se erra na digitação, um delete ou um Ctrl + Z é o suficiente. Se um aplicativo trava por algum motivo, é só reiniciá-lo sem danos à máquina. Há um tempo atrás isso não era possível. Um exemplo está nas fotos. Antes gastávamos uma pose (é o novo), fazendo pausas de concentração em silêncio e sem se mexer, hoje podemos nos deliciar com erros e simplesmente deletar um arquivo quando o mesmo não supre nossas expectativas.
E o ato de errar deve ser levado em consideração em sala. Um professor não pode baixar a cabeça quando erra, ou quando, indagado sobre um assunto, não sabe responder. Passei por uma situação bastante chata quando aluno. Perguntei a um professor o que era cunhar uma moeda. Ele veio com uma resposta totalmente diferente da real, dizendo que era um imposto pago ao governo, quando na verdade era o simples fato de marcar uma moeda.
Não quero correr esse risco. Se não sei de uma resposta, simplesmente digo que não sei e, se tiver como, peço um aluno ali mesmo na sala de aula para pesquisar no celular o que quer dizer. Melhor admitir que não sabe do que corrigir uma desfeita.
Felizmente, com o avanço tecnológico, o errar vem se tornando cada vez mais aceito. Se erra na digitação, um delete ou um Ctrl + Z é o suficiente. Se um aplicativo trava por algum motivo, é só reiniciá-lo sem danos à máquina. Há um tempo atrás isso não era possível. Um exemplo está nas fotos. Antes gastávamos uma pose (é o novo), fazendo pausas de concentração em silêncio e sem se mexer, hoje podemos nos deliciar com erros e simplesmente deletar um arquivo quando o mesmo não supre nossas expectativas.
E o ato de errar deve ser levado em consideração em sala. Um professor não pode baixar a cabeça quando erra, ou quando, indagado sobre um assunto, não sabe responder. Passei por uma situação bastante chata quando aluno. Perguntei a um professor o que era cunhar uma moeda. Ele veio com uma resposta totalmente diferente da real, dizendo que era um imposto pago ao governo, quando na verdade era o simples fato de marcar uma moeda.
Não quero correr esse risco. Se não sei de uma resposta, simplesmente digo que não sei e, se tiver como, peço um aluno ali mesmo na sala de aula para pesquisar no celular o que quer dizer. Melhor admitir que não sabe do que corrigir uma desfeita.
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