quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
Link para a atividade 3.3
http://prezi.com/vvgfpz3brcqo/present/?auth_key=ucf1p54&follow=hqbgsg9wymqr
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Atividade_2_1_Mapeamento Inicial
É comum ouvir de colegas
professores que os alunos não querem mais nada na vida. Só querem saber
de estarem teclando, usando interenet e redes sociais. Se fazem isso,
eles querem alguma coisa. Sou professor e sei como é chato deparar com
situações em que os alunos estão com celular na mão, enquanto deveriam
estar atento as informações dadas. Em situações como essa, quem é o
culpado? O professor que não busca meios para tornar a aula mais
atraente (com o próprio celular que o aluno porta) ou o aluno que
simplesmente está inserido nesse meio que força-o através de propagandas
e amizades, a estarem conectados com tudo isso? O problema está no
despreparo de alguns professores frente a esses recursos. É mais fácil
tê-las como inimigas no processo de educação, que exige apénas que eu cruze os braços, do que estudar, planejar atividades com o uso correto dessas ferramentas.
Reforço o que já tenho dito em comentários nesse fórum. É papel do
professor e dos pais a sensibilização para a utilização correta desses
recursos. Até mesmo porque proibir o aluno de utilizar esses recursos em
horas inoportunas ou mesmo em sala de aula, não é educar.
Rotular o aluno como um "ser que não quer nada" é fácil, porém, contraditório quando eu, como professor, também não quero:
- Tornar minha aula atraente;
- Sensibilizar o aluno, através do exemplo, para a utilização desses recursos de forma correta;
- Adequar-me a realidade e procurar fazer o que ela me cobra.
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Atividade_1_5_Registros Autoavaliativos
Errar é "umano" humano?
| poesiaesprita.blogspot.com |
Quando se fala que errar é humano, eu diria mais. Errar é aprender.
Aprender de alguma forma o que não se deve mais fazer. Como assim? Como
professor de Química, gosto mais quando uma experiência, apresentada
pelos alunos, dá errado do que da forma em que se espera. Quando existe
um erro, existe também questionamentos. Por que isso deu errado? O que
faltou? Há um levantamento de hipóteses a serem testadas. Do contrário
só estaremos reproduzindo o que está na literatura.
Felizmente, com o avanço tecnológico, o errar vem se tornando cada vez mais aceito. Se erra na digitação, um delete ou um Ctrl + Z é o suficiente. Se um aplicativo trava por algum motivo, é só reiniciá-lo sem danos à máquina. Há um tempo atrás isso não era possível. Um exemplo está nas fotos. Antes gastávamos uma pose (é o novo), fazendo pausas de concentração em silêncio e sem se mexer, hoje podemos nos deliciar com erros e simplesmente deletar um arquivo quando o mesmo não supre nossas expectativas.
E o ato de errar deve ser levado em consideração em sala. Um professor não pode baixar a cabeça quando erra, ou quando, indagado sobre um assunto, não sabe responder. Passei por uma situação bastante chata quando aluno. Perguntei a um professor o que era cunhar uma moeda. Ele veio com uma resposta totalmente diferente da real, dizendo que era um imposto pago ao governo, quando na verdade era o simples fato de marcar uma moeda.
Não quero correr esse risco. Se não sei de uma resposta, simplesmente digo que não sei e, se tiver como, peço um aluno ali mesmo na sala de aula para pesquisar no celular o que quer dizer. Melhor admitir que não sabe do que corrigir uma desfeita.
Felizmente, com o avanço tecnológico, o errar vem se tornando cada vez mais aceito. Se erra na digitação, um delete ou um Ctrl + Z é o suficiente. Se um aplicativo trava por algum motivo, é só reiniciá-lo sem danos à máquina. Há um tempo atrás isso não era possível. Um exemplo está nas fotos. Antes gastávamos uma pose (é o novo), fazendo pausas de concentração em silêncio e sem se mexer, hoje podemos nos deliciar com erros e simplesmente deletar um arquivo quando o mesmo não supre nossas expectativas.
E o ato de errar deve ser levado em consideração em sala. Um professor não pode baixar a cabeça quando erra, ou quando, indagado sobre um assunto, não sabe responder. Passei por uma situação bastante chata quando aluno. Perguntei a um professor o que era cunhar uma moeda. Ele veio com uma resposta totalmente diferente da real, dizendo que era um imposto pago ao governo, quando na verdade era o simples fato de marcar uma moeda.
Não quero correr esse risco. Se não sei de uma resposta, simplesmente digo que não sei e, se tiver como, peço um aluno ali mesmo na sala de aula para pesquisar no celular o que quer dizer. Melhor admitir que não sabe do que corrigir uma desfeita.
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